Camila Rodrigues

Começa neste sábado a série de eventos em homenagem ao jornalista Vladimir Herzog

Outubro 23, 2009 · Deixe um comentário

Programação Cultural da Semana 31º Prêmio Vladimir Herzog – 2009
 

vlado

Dia 24 de outubro – sábado – 11h30
Sindicato dos Jornalistas de SP / Espaço Vladimir Herzog
Rua Rego Freitas, 530 – sobreloja – Vila Buarque, São Paulo
• Lançamento Oficial do site Prêmio Vladimir Herzog
• Debate  “Nenhuma Lei, Novas Tecnologias: o Futuro dos Jornalistas e do Jornalismo”
 
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR) e o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC-Rio) promoveram a digitalização do acervo das matérias que, ao longo de 30 anos, foram agraciadas com o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. Este material está disponibilizado em site próprio, a ser lançado nesta data. Na ocasião, a OBORÉ tomou a iniciativa de promover debate, no âmbito do Projeto Repórter do Futuro, para discutir a nova situação que se apresenta para os atuais e futuros jornalistas, com a derrubada da lei de imprensa. Os palestrantes convidados são:

Caio Tulio Costa – Jornalista, professor de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero, Doutor em Ciências da Comunicação pela USP, consultor de novas midias, ex-presidente do UOL e do IG , 1º ombusdman da Folha de São Paulo onde trabalhou por 21 anos .
 
Rodrigo Savazoni – Jornalista formado pela Cásper Líbero, webproducer e realizador multimídia. Foi editor especial do estadao.com.br, responsável pelo desenvolvimento do projeto Vereador Digital, da reformulação do site do Link, entre outros. Entre 2004 e 2007 conduziu a reformulação da Agência Brasil da Radiobras como chefe de redação. Idealizou e coordenou a equipe que desenvolveu o especial multimídia “Nação Palmares”,  vencedor no ano passado do Prêmio Vladimir Herzog, na categoria internet.  Atualmente é Diretor da Fli Multimídia, do Laboratório Brasileiro de Cultura Digital e integrante da coordenação do Fórum da Cultura Digital Brasileira.  Professor convidado do curso de pós-graduação de jornalismo multimídia da PUC de São Paulo e integra a equipe do Projeto Repórter do Futuro.
 
Igor Ribeiro – Jornalista com passagens pela Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e Escala Educacional, onde editou e coordenou  títulos voltados ao ensino médio e à universidade. Também colaborou com Jornal da Tarde, Veja, IstoÉ, Bizz e Difusão Cultural do Livro. Atualmente é editor-executivo da revista IMPRENSA.
 
Pedro Ortiz ( mediador) – Jornalista, formado pela USP, Diretor-Geral da TV USP e do Canal Universitário de São Paulo, Diretor-Financeiro da Associação Brasileira de Televisão Universitária, Professor de telejornalismo da Faculdade Cásper Líbero, integrante da Coordenação do Projeto Repórter do Futuro e responsável pedagógico do módulo ” Descobrir a Amazônia – Descobrir-se Repórter “.

Dia 25 de outubro – domingo – 18h
Capela Colégio Sion – Av. Higienópolis, 983 – São Paulo
• Concerto VOCEM
 
O último concerto da Série “Cantos de Paz em Tempos de Guerra” será em homenagem a todos os jornalistas, em particular a Vladimir Herzog. Promovido pela Rede Cultural Luther King, o concerto conta com o apoio do Hospital Samaritano, da OBORÉ Projetos Especiais em Comunicações e Artes, do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e da Fundação Padre Anchieta / TV Cultura de São Paulo. Com Coro Luther King. Regência: Maestro Martinho Lutero Galatti. Narração: Heródoto Barbeiro. Solistas: Dênia Campos, Sira Milani e Wagner Dias. Violão: Emiliano Costa. Constam do repertório do concerto obras de G. Fauré, D. Buxtehude, C. Monteverdi, Dori Caymmi,  Nelson Motta, Chico Buarque de Hollanda, Cristóvão Bastos, João Bosco, Aldir Blanc, Edino Krieger, Tradicional Peruano e Negro Spirituals.
 
Dia 26 de outubro – segunda-feira – 19h30
TUCA – Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes, São Paulo
• 31º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos
• 1º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão
 
Integram a comissão organizadora do Prêmio: Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo; Instituto Vladimir Herzog; Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo; Federação Nacional dos Jornalistas; Associação Brasileira de Imprensa; Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo, Fórum Permanente dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo e Ouvidoria das Polícias de São Paulo.

Saiba mais:
 
Programação Cultural Semana 31º Prêmio Vladimir Herzog
http://www.vladimirherzog.org
 
Ganhadores do XXXI Prêmio Vladimir Herzog
http://www.jornalistasp.org.br
 
Ganhadores do I Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão
http://www.vladimirherzog.org
 
Site Institucional do Prêmio Vladimir Herzog
http://www.premiovladimirherzog.org.br
 

Obs: Informações via Repórter do Futuro

→ Deixe um ComentárioCategorias: 1

ANTIGAMENTE….

Outubro 23, 2009 · Deixe um comentário

 

Que saudade que eu tenho... Vida Boa!!!!

Que saudade que eu tenho... Vida Boa!!!!

→ Deixe um ComentárioCategorias: 1

“Relacionamentos” – Arnaldo Jabour

Outubro 2, 2009 · Deixe um comentário

Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
- ‘Ah, terminei o namoro… ‘
- ‘Nossa, quanto tempo?’
- ‘Cinco anos… Mas não deu certo… Acabou’
- É não deu…?
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona…
Acho que o beijo é importante… E se o beijo bate… Se joga… Senão
bate… Mais um Martini, por favor… E vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa ta com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro,
recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você.
E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.

E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu
pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro niverso.
E nem sempre as coisas saem como você quer…
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim… Quem disse que ser adulto é fácil?

→ Deixe um ComentárioCategorias: 1

QUERIA QUE FOSSE DIFERENTE!!!

Setembro 20, 2009 · Deixe um comentário

(Post publicado no Blog do meu TCC – http://umacasaoutravida.wordpress.com )

Por Camis

Ontem (sábado), depois de passar o dia na Cidade Tiradentes, chego em casa e penso em como transformar em palavras tudo aquilo que vi e ouvi depois de um longo dia passando por vielas e barracos. Tentei, mas não consegui. Como e difícil falar sobre uma realidade que eu gostaria que não existisse.

Hoje me ponho sentada a tentar encontrar algumas palavras para explicar o que meus olhos viram. Entre vielas e barracos, as proprias paredes de madeira parecem falar. Cada vez que entro na comunidade (favela) Jardim Maravilha, no bairro Cidade Tiradentes, a minha nocão de mundo cai por terra e sou obrigada a aprender mais sobre a vida a cada passo que dou.

Conhecer pessoas que marcam. Foi assim o dia de ontem. Conhecer Carla, Bruno (a preta) e Cris. Ver cenas que não saem da memoria. Criancas brincando no esgoto. Tomando banho do lado de fora. A realidade parece ao mesmo tempo tão perto e tão distante. Difícil de explicar.

Observar aquilo, me fez em alguns momentos perder as palavras. Engolir o choro. Como repórter e como pessoa impossivel não me comover com tal situacão. O trajedo de volta pra casa talvez seja o mais dolorido. Depois de filmar a historia e a vida daquelas pessoas, aquilo não me sai da memoria… e o mundo ao redor nem parece ligar.

Entro no metro e as pessoas agem, falam e vivem como se aquela situacão não existisse em nosso país. Como se tudo estivesse bem! Elas não tem culpa, e por não terem culpa e nem responsabilidade não se importam. Assim agirei tambem depois que tudo isso sair da minha cabeca. Como a Grazi disse, a vida vai continuar. Ao pensar nisso, meu coração pesa.

Como eu queria que tal realidade não existisse. QUERIA QUE FOSSE DIFERENTE!!!

→ Deixe um ComentárioCategorias: 1

Trabalho de Conclusão de Curso

Setembro 15, 2009 · 1 Comentário

Por Camila Rodrigues

Tenho postado pouco. Peço desculpas por isso. Esse semestre está sendo intenso a cada dia. Fazer um trabalho de conclusão de curso é muito mais cansativo e desgastante do que eu imaginava. Porém, é emocionante.

O meu TCC tem dois pontos excitantes. O primeiro é que será um Web-Documentário Interativo, que é uma nova concepção de documentário voltado pra a interface web (internet). E o segundo ponto interessante é o próprio tema, já que vamos abordar a questão de moradia e habitação.

Para quem quiser saber um pouco mais, estamos colocando nossas impressões e trajetos no Blog “Uma Casa, Outra Vida’  http://umacasaoutravida.wordpress.com

→ 1 ComentárioCategorias: 1

Companheiros do TCC

Setembro 15, 2009 · Deixe um comentário

 OgAAAIdmUEz_ETNczLm22c96k7M5aWzpglCJgn7zfD9LPUaPcDAm93xxuopxTQ-sEv5o9t9pddZY7Ml5xiRd6AeZhwgAm1T1UCZ5F9T-ymHRe4wT42_u6iv2kOZV

Integrantes:   Gui,  Rafa,  Gra,  Jú  e  Camis (EU)

→ Deixe um ComentárioCategorias: 1

Efêmero

Setembro 13, 2009 · Deixe um comentário

 Por  Leandro Possadagua*

O que significa viver um sentimento efêmero? A priori, nossos dicionários geralmente definem esta palavra como passageiro; algo que não possui longa duração. Não encontro dificuldade para concordar com esta afirmação, mas gostaria saber o que faço com aqueles momentos que foram passageiros na perspectiva do tempo, mas que eu nunca conseguirei apagar de minhas lembranças.

Daí nasce uma dúvida antagônica, ou seja, como posso dizer que foi passageiro aquilo que carrego tão vivo dentro de minha alma? É fato que o presente não se pode deter de forma alguma, e que fazendo uso da lógica, seria impossível que o presente se perpetuasse. Mas o problema é que me parece impossível viver uma vida tão lógica, e mesmo que fosse possível, creio que não me sentiria nem um pouco atraído por ela.

Quem pode viver uma vida tão previsível assim? Ninguém, ou pelo menos, ninguém que quisesse viver a vida em sua plenitude. Não é possível ser feliz vivendo do lógico, não pretendo jamais deixar de viver o efêmero da vida, já que esses momentos são únicos e não voltarão jamais. Aquele que se priva de viver o agora, certamente se arrependerá amanhã, chorará por não ter arriscado viver um grande amor, ou pelo menos, lamentará não ter tentado.

Se vivermos o presente com medo do que nos decorrerá deste momento, não conseguiremos sequer absorver o prazer que o presente nos oferece. Creio que em muitos casos nossas lembranças são mais prazerosas do que o momento realmente foi, talvez porque quando devíamos ter aproveitado a sensação nos perdemos em sentimentos que nos atrapalharam. Um beijo romântico na pessoa amada é perfeito nas lembranças sem que o tenha sido de fato, já que no momento o coração batia forte e a mão suava, impedindo assim que a sensação maravilhosa do beijo fosse de fato sentida.

Muitas vezes as sensações são, de fato, passageiras e é preciso que as aproveitemos, para que assim a memória esteja livre no futuro para fazer apenas sua função, recordar. Sim… algumas vezes ela exerce funções que não lhe são devidas, por exemplo, as vezes ela é incumbida de criar um momento que não existiu na realidade, criando assim, não uma lembrança, mas uma fantasia. Recuso-me viver apenas de fantasias, quero degustar cada instante como se fosse o último, cada oportunidade como sendo única.

Talvez por isso eu me sinta a cada dia mais débil, tenho prestado enorme atenção quando estou diante de algo que julgo ser bom. Tomando chá com uma mulher que me faz sentir o homem mais feliz do mundo, procuro notar como ela sorve o liquido e como seus lábios ficam lindos quando estão molhados, tento reparar como ela sente prazer quando estou acariciando seu cabelo, sinto seu cheiro quando a beijo e percebo como o tempo para diante dela.

É bem provável que este exercício seja em vão, mas certamente tem me feito aproveitar melhor as sensações que tenho vivido. Alguém deve ter pensado nisso quando criou a foto, pois é exatamente isso que ela nos faz, torna eterno àqueles momentos mais felizes, e ao rever esta imagem podemos desfrutar, ainda que por instantes o que já se foi. Assim, o efêmero não deve ser visto como algo que passou, mas como algo que de certa forma temos vivido no presente e que tentaremos tornar eterno, ainda que a lógica do relógio nos tente impedir.

 

 

*Leandro Possadagua é acadêmico do curso de História da Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD e bolsista do CNPq/PIBIC.

→ Deixe um ComentárioCategorias: 1

Cenas que não mudam!!!

Setembro 2, 2009 · 4 Comentários

Por Camila Rodrigues

Gosto de andar pelas ruas. A cada passo que dou vejo uma coisa diferente. As cores, os sons, as pessoas. Cada detalhe tem a beleza no mundo. Ao sair de casa todos os dias, muitas vezes me pego acostumada com as coisas. Deixo de observar o sol que se põe, o passarinho que canta, ou o jovem que ajuda uma senhora a atravessar a rua.

Me pergunto qual seria o meu papel em tudo isso que acontece ao mesmo tempo. Como repórter, as vezes gostaria que o simples pistar dos meus olhos registrassem de maneira eterna algumas imagens. Mas sei que isso não é possível. Então tento registrar em palavras um pouco da realidade que me cerca. Palavras não são suficientes.

No bairro república aqui em São Paulo, onde trabalho, todo dia as cenas são as mesmas. Embora ao mesmo tempo elas sejam bem peculiares. Ao sair do trabalho caminho até a famosa avenida São João, onde espero o ônibus para voltar para casa. É tenho onde morar. E isso é contrastante. No caminho vejo homens, mulheres e crianças, andando sem rumo ou atiradas no chao. É a famosa “cracolândia”.

A cena que vejo durante o dia, tira meu sono durante a noite. Criticar e colocar a culpa no “sistema” é a forma mais simples de me livrar da responsabilidade. Acho que por isso que as coisas não mudam. E a mesma cena se repete dia após dia. Ao mesmo tempo que clama.

→ 4 ComentáriosCategorias: Dia a dia

Me ponho a sonhar!

Agosto 23, 2009 · 4 Comentários

Por Camila Rodrigues

Estive pensando sobre a vida. Será que posso ser tão atrevida assim? Não sei. Não faço por mal. Apenas penso. Pensando, tento descobrir no mundo um pouco mais sobre mim. Tento perceber aonde meus passos vão dar. As vezes sigo sem rumo… Mas por alguma razão acredito que estou na direção certa.

Devaneios. Será que é assim que o coração fala o que precisa ser dito?  É possível contar muitas mentiras falando somente a verdade. Como dizer se o que vejo e o que sinto é mentira ou verdade? A busca continua.

Adoro a vida. Observar a vida. O mundo é lindo, mesmo com tantos problemas. Cada detalhe parece ser uma peça de uma gigantesca obra. As vezes me sinto sozinha… outras tantas, me ponho a sonhar. Gosto disso.

Pensar faz bem. Pensar faz mal. Empate. Se não tenho como decidir. Continuo pensando. Devaneios.

→ 4 ComentáriosCategorias: 1

Vida de FREELANCER !!!!

Agosto 13, 2009 · 4 Comentários

FREELA1

→ 4 ComentáriosCategorias: 1